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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Como estacionar o carro na garagem.

   Olá pessoal, como solicitado por um leitor do blog, vai aqui então um post sobre esta manobra, que é colocar e tirar o carro da garagem, e esta na minha opinião não é uma manobra fácil, pois depende de muito controle do carro e de noção de espaço, bem como do uso dos espelhos retrovisores, pois não sou muito fã desta historia de virar a cabeça e não ter a noção do que realmente esta acontecendo, e esta é a primeira dica que dou quanto a esta manobra, acostumar e entender a imagens dos espelhos.

   Então vou colocar aqui as situações desta manobra, e se quiserem entender melhor, tenho outros post que fala exatamente sobre manobras com o carro, posts que são importantes para complementar este também. Vai lá então as situações da garagem:
  1. Estacionar o carro de ré, no plano ou com rampa (aclive/declive).
  2. Estacionar de frente em 1ª marcha no plano ou com rampa (aclive/declive).
  Como notaram, existem varias situações para a mesma coisa e vou passar aqui os procedimentos para cada uma delas, que para cada umas das citadas acima, podemos fazer a manobra em 3 situações distintas para cada uma delas, totalizando 6 situações que vou passar da maneira mais simples possível. 

1.1 - Estacionar o carro de ré e no plano.
  • Vindo pela via, realize a sinalização da sua manobra, observe se tem algum pedestre circulando na calçada. Se tiver, aguarde na via e depois siga com sua manobra.
  • Acione o pedal do freio e da embreagem, e vá diminuindo a velocidade do carro, e pare um pouco depois da entrada da garagem e olhe virando a cabeça e vendo pela janela traseira e a da lateral, o local do portão, para ver o espaço para  que entre corretamente e no lugar que é para  passar, e olhando pelos retrovisores a situação e a trajetória do carro.
  • Engate a 1ª marcha, vire o volante observando o seu local de passagem.
  • Vá liberando a embreagem gradativamente, mas tome cuidado para não tirar o pé totalmente do pedal, mantenha o controle dela, e se for necessário, acelere um pouco e de forma suave, e cuide pois será necessário acelerar e frear e controlar a embreagem e vê tudo e por onde está ou terá que passar. Aí é só ir controlando o carro e leva-lo até o local que deseja.
  • Conforme a imagem aí acima, em específico do carro azul, eu não aconselho este tipo de manobra por ser muito perigosa.

1.2 - Estacionar o carro de ré e com rampa (aclive/declive). 
  • Vindo pela via, realize a sinalização da sua manobra, observe se tem algum pedestre circulando na calçada. Se tiver, aguarde na via e depois siga com sua manobra.
  • Acione o pedal do freio e da embreagem, e vá diminuindo a velocidade do carro, e pare um pouco depois da entrada da garagem e olhe virando a cabeça e vendo pela janela traseira e a da lateral, o local do portão, para ver o espaço ao qual você deverá passar, e olhando pelos retrovisores a situação e a trajetória do carro.
  • Engate a marcha ré, vire o volante para o lado que irá entrar, observando o seu local de passagem.
  • Vá liberando a embreagem gradativamente, mas tome cuidado para não tirar o pé totalmente do pedal, mantenha o controle dela, e se for necessário, acelere um pouco e de forma suave e constante, e cuide pois será necessário acelerar e frear e controlar a embreagem e vê tudo e por onde está ou terá que passar. Aí é só ir controlando o carro e leva-lo até o local que deseja.

  • Para esta situação do declive, a ora que você colocar as rodas traseiras na descida, pare o carro e tire a marcha ou acione toda a embreagem e vá devagar controlando o movimento e trajeto do carro até colocar ele onde desejar, e vá cuidando pelos retrovisores para não colidir nas laterais e  se for o caso, pode ir colocando ele em movimento com a liberação da embreagem também.
     
  • Conforme a imagem aí acima, em específico do carro roxo, eu não aconselho este tipo de manobra por ser muito perigosa.

2.1 - Estacionar de frente em 1ª marcha no plano.

  • Vindo pela via, realize a sinalização da sua manobra, observe se tem algum pedestre circulando na calçada. Se tiver, aguarde na via e depois siga com sua manobra.
  • Acione o pedal do freio e da embreagem, e vá diminuindo a velocidade do carro, e pare um pouco antes da entrada da garagem, para ter espaço para  que entre corretamente e no espaço que é para  passar.
  • Engate a 1ª marcha, vire o volante observando o seu local de passagem.
  • Vá liberando a embreagem gradativamente, mas tome cuidado para não tirar o pé totalmente do pedal, mantenha o controle dela, e se for necessário, acelere um pouco e de forma suave, e cuide pois será necessário acelerar e frear e controlar a embreagem e vê tudo e por onde está ou terá que passar, aí é só ir controlando o carro e leva-lo até o local que deseja parar. ***(valido para os 2 carros)
  • OBS: no casso de você estar na posição do carro 2, deverá ter o cuidado com o contra fluxo, e não se preocupar com carros atrás do seu, eles devem aguardar a sua manobra, mas tome cuidado com motos que podem desviar você.

2.1 - Estacionar de frente em 1ª marcha com rampa (aclive/declive).
  • Vindo pela via, realize a sinalização da sua manobra, observe se tem algum pedestre circulando na calçada. Se tiver, aguarde na via e depois siga com sua manobra.
  • Acione o pedal do freio e da embreagem, e vá diminuindo a velocidade do carro, e pare um antes da entrada da garagem e olhe pelo para-brisas e a janela do passageiro, o local do portão para ver o espaço ao qual você deverá passar, e olhando pelos retrovisores a situação e a trajetória do carro.
  • Engate a 1ª marcha, vire o volante para o lado que irá entrar, observando o seu local de passagem.
  • Vá liberando a embreagem gradativamente, mas tome cuidado para não tirar o pé totalmente do pedal, mantenha o controle dela, e se for necessário, acelere um pouco e de forma suave e constante, e cuide pois será necessário acelerar e frear e controlar a embreagem e vê tudo e por onde está ou terá que passar. Aí é só ir controlando o carro e leva-lo até o local que deseja.



  • Para esta situação do declive, a ora que você colocar as rodas da frente na descida, pare o carro e tire a marcha ou acione toda a embreagem e vá devagar controlando o movimento e trajeto do carro até colocar ele onde deseje, e se for o caso, pode ir colocando ele em movimento com a liberação da embreagem também.




terça-feira, 17 de junho de 2014

Cuidados com a conversão. Parte I

    Olá pessoal, mais um post para vocês sobre conversão, e  algo muito comum de passarmos no dia a dia e que durante o exame, pode ter como consequência a reprovação, e vou colocar e explicar algumas situações para facilitar e para que saibam o que pode e o que não pode ser feito perante estas situações.

A situação tratada primeiramente é, fazer a conversão e ter um veículo estacionado num local irregular e com ajuda, a via ser estreita para ajudar, e também ser de sentido duplo, conforme a imagem abaixo retrata.

Conversão a esquerda em vias estreitas.

Nesta situação acontece o seguinte, o carro vermelho vai fazer a conversão a esquerda e observe onde o carro amarelo esta estacionado, e aí por onde passar? Para fazer a manobra neste caso vai funcionar assim:
  1. Como é parada obrigatória, o carro vermelho deverá aguardar o momento oportuno para manobrar, observando o trânsito da direita e esquerda da via transversal, e posteriormente o contra fluxo.
  2. Como já sabemos, durante o exame prático, a conversão a esquerda é em "L", conforme as linhas estão desenhadas na imagem, porém, deve-se ter o cuidado de não fazer a manobra como esta indicado na linha vermelha, pois esta manobra estará errada neste momento por causa do carro estacionado.
  3. A manobra deve ser feita de acordo com a indicação da linha azul, realizando o "L" normalmente, e infelizmente neste caso, você precisará invadir um pouco a contra mão de direção, justamente pela via ser estreita e o carro estar estacionado na área de circulação, e tome cuidado para não invadir completamente a contra mão, pois por mais estreita a via, procure permanecer o mínimo possível do carro na contra mão e cuide para não bater no carro estacionado também.
  4. E cuide para não fazer a manobra aberta de mais, como mostra a linha vermelha, pois assim sairá uma caracol de difícil controle da trajetória do carro.
Então, para realizar esta manobra, tenha certeza que não esta vindo carro nenhum ou que tenha tempo para fazer a manobra com segurança, e se ficar em dúvida que não vai conseguir passar, porque esta vindo algum carro, espere e faça a manobra com segurança.

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E quando a situação é favorável, como na imagem acima, aí a coisa fica mais fácil pois teremos espaço de sobra para fazer a manobra sem se preocupar, porque aqui a rua é larga e o carro estacionado não atrapalha.
  1. Sinalize a manobra, cuide do trafego dos carros na via transversal, local de sua manobra, e também veja como esta o contra fluxo, que dependendo, terá que aguardar.
  2. Os veículos que chegarem atrás de você, não entre em pânico, pois terão que te aguardar.
  3. Realize a manobra cuidando para não bater ou passar muito próximo do carro estacionado, e cuide para não fazer um "caracol" na trajetória que deverá seguir, veja imagem acima.
Segue aí mais uma dica para vocês, e tome cuidado com estas situações para não fazer na prova, pois o resultado pode ser de reprovação.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Informação sobre Apreensão, Remoção e Retenção do veículo.



Além de multa, o Código de Trânsito Brasileiro prevê outras penalidades e medidas administrativas como punição. A apreensão do veículo é uma penalidade; a retenção e a remoção, medidas administrativas. 

A apreensão visa a privar o proprietário da posse e uso do veículo por um período de até 30 dias, dependendo da gravidade da infração. O veículo apreendido será recolhido ao depósito e neste permanecerá sob custódia e responsabilidade do órgão ou entidade que o apreendeu. Quando a infração for punida com a penalidade de apreensão do veículo, o agente deverá adotar imediatamente a medida administrativa de recolhimento do CRLV. 
Em relação às infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro, ocorre a apreensão de um veículo quando o condutor:

  • dirigir sem possuir CNH ou Permissão.
  • dirigir com a CNH ou a Permissão cassada ou suspensa.
  • dirigir com a CNH ou a Permissão de categoria diferente.
  • disputar corrida por emulação (“racha” em via pública).
  • participar de competição esportiva sem autorização.
  • utilizar o veículo para exibir manobra perigosa.
  • usar indevidamente aparelho de alarma.
  • transpor, sem autorização, bloqueio viário policial.
  • estiver com o lacre da placa violado ou falsificado.
  • transportar passageiros em compartimento de carga.
  • utilizar dispositivo anti-radar.
  • não portar autorização para conduzir escolares.
  • estiver em desacordo com autorização especial para transitar com dimensões excedentes.
  • falsificar ou adulterar a CNH ou o CRV/CRLV.
  • não apresentar os documentos à autoridade.
  • retirar do local veículo retido para fiscalização.
  • bloquear a via com veículo.
  • trafegar sem uma das placas de identificação.

A retenção do veículo consiste na sua imobilização no local de abordagem, pelo tempo necessário à solução de determinada irregularidade. A retenção tem caráter de segurança e visa à correção de irregularidades. Quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração, o veículo será liberado após a regularização. Não sendo possível sanar a falha no local da infração, o veículo poderá ser retirado por condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do CRLV, contra recibo, assinalando-se ao condutor prazo para sua regularização.

A remoção do veículo é medida administrativa que tem por objetivo proceder à desobstrução da via pública em favor de seus usuários, seja nas pistas, seja nos acostamentos ou calçada, ou onde lhe seja vedado permanecer. A remoção está prevista em todas as autuações por estacionamento proibido, entre outras.


E sobre o Código de Trânsito Brasileiro, temos as seguintes informações a seguir sobre este assunto.
Quando ocorre apreensão do veículo?
 Art. 262 do CTB. O veículo apreendido em decorrência de penalidade aplicada será recolhido ao depósito e nele permanecerá sob custódia e responsabilidade do órgão ou entidade apreendedora, com ônus para o seu proprietário, pelo prazo de até trinta dias, conforme critério a ser estabelecido pelo CONTRAN.
        § 1º No caso de infração em que seja aplicável a penalidade de apreensão do veículo, o agente de trânsito deverá, desde logo, adotar a medida administrativa de recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual.
        § 2º A restituição dos veículos apreendidos só ocorrerá mediante o prévio pagamento das multas impostas, taxas e despesas com remoção e estada, além de outros encargos previstos na legislação específica.
        § 3º A retirada dos veículos apreendidos é condicionada, ainda, ao reparo de qualquer componente ou equipamento obrigatório que não esteja em perfeito estado de funcionamento.
        § 4º Se o reparo referido no parágrafo anterior demandar providência que não possa ser tomada no depósito, a autoridade responsável pela apreensão liberará o veículo para reparo, mediante autorização, assinando prazo para a sua reapresentação e vistoria.
        § 5o O recolhimento ao depósito, bem como a sua manutenção, ocorrerá por serviço público executado diretamente ou contratado por licitação pública pelo critério de menor preço.         (Incluído pela Lei nº 12.760, de 2012)

Quando ocorre retenção do veículo?
 Art. 270 do CTB. O veículo poderá ser retido nos casos expressos neste Código.
        § 1º Quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração, o veículo será liberado tão logo seja regularizada a situação.
        § 2º Não sendo possível sanar a falha no local da infração, o veículo poderá ser retirado por condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do Certificado de Licenciamento Anual, contra recibo, assinalando-se ao condutor prazo para sua regularização, para o que se considerará, desde logo, notificado.
        § 3º O Certificado de Licenciamento Anual será devolvido ao condutor no órgão ou entidade aplicadores das medidas administrativas, tão logo o veículo seja apresentado à autoridade devidamente regularizado.
        § 4º Não se apresentando condutor habilitado no local da infração, o veículo será recolhido ao depósito, aplicando-se neste caso o disposto nos parágrafos do art. 262.
        § 5º A critério do agente, não se dará a retenção imediata, quando se tratar de veículo de transporte coletivo transportando passageiros ou veículo transportando produto perigoso ou perecível, desde que ofereça condições de segurança para circulação em via pública.
 Quando ocorre a remoção do veículo?
Art. 271 do CTB. O veículo será removido, nos casos previstos neste Código, para o depósito fixado pelo órgão ou entidade competente, com circunscrição sobre a via.
        Parágrafo único. A restituição dos veículos removidos só ocorrerá mediante o pagamento das multas, taxas e despesas com remoção e estada, além de outros encargos previstos na legislação específica.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Como recorrer de multas de trânsito.



Em 2013, foram emitidos quase 3 milhões de autos de infrações pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR). A defesa – prevista no Código de Trânsito Brasileiro – possibilita ao motorista recorrer da multa ou penalidade imposta por cometer uma infração de trânsito. Só em Curitiba foram notificadas 950 mil infrações no ano passado, o que representa 31% das multas aplicadas em todo o Paraná. Atualmente o Detran-Pr trabalha em um sistema para recursos de multas online.Porém, enquanto a plataforma não fica pronta, resta ao motorista apresentar sua defesa da forma tradicional. 

Confira abaixo como realizar todo o processo: 
 
“Para ingressar com recurso de multa é necessário seguir alguns critérios estabelecidos pelo Detran. Atualmente, é possível recorrer em até três instâncias contra o auto de infração. Vale lembrar que a responsabilidade pelo preenchimento das informações é de total responsabilidade do usuário”, orienta o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

A primeira das instâncias é a Defesa da Autuação e deve ser feita pelo proprietário ou pelo condutor em 30 dias a partir da data em que é notificado. Caso seja indeferido o pedido de primeira instância, há a opção de ingressar com um novo recurso na Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O prazo é de 30 dias contados a partir da data em que o usuário recebe a Notificação de Imposição de Penalidade.

Em última instância, o usuário pode recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran). Assim como nos demais casos, o prazo é de 30 dias e tem início na data em que é recebida a notificação da decisão anterior.

Prazo:

O Código de Trânsito Brasileiro prevê que o recurso deve ter efeito suspensivo caso não passe por análise em 30 dias. O Departamento de Trânsito do Paraná já concede o efeito suspensivo a partir do cadastro do recurso para não gerar prejuízo a quem esteja recorrendo. Ao sair o resultado da primeira instância, o usuário recebe uma correspondência no endereço cadastrado junto ao órgão de trânsito, informando sobre o deferimento ou indeferimento da Defesa Prévia. O prazo para ingressar com um novo recurso – que deve ser feito na JARI – é aberto a partir da data de recebimento do resultado do recurso.

O Detran alerta que os recursos de infrações que não atenderem os requisitos previstos nos itens acima, estarão sujeitos ao não conhecimento, por parte do órgão responsável.

A qual órgão deve ser apresentada a defesa?

Na notificação está descrito a qual órgão cadastrado no Sistema Nacional de Trânsito compete receber a Defesa Prévia: órgãos municipais, Detran, Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Polícia Rodoviária Federal.

No caso do Detran, o recurso pode ser entregue em uma das unidades espalhadas em todas as Regiões do Paraná ou enviado pelos Correios, com o Aviso de Recebimento (AR). 
Clique aqui e consira os postos de atendimento do Detran - PR

Diversos documentos devem ser entregues no ato do recurso e são divididos em dois grupos:

Pessoa Física:
* Preencher o formulário/carta com as alegações de defesa devidamente assinado pela parte interessada ou procurador devidamente identificado;
* Fotocópia da CNH com foto ou Cédula de Identidade (RG) ou documento que comprove assinatura;
* Qualificação completa do requerente (nome do interessado, endereço, números de RG,CPF e CNH) e dados do veículo (placa e marca/modelo);
* Cópia da Notificação de Autuação ou Notificação da Imposição da Penalidade ou do auto de infração;
* Cópia do CRLV (licenciamento)
* Procuração com poderes específicos , quando for o caso.

Pessoa Jurídica:
* Preencher o formulário/carta com as alegações de defesa devidamente assinado em nome da empresa, assinado pelo representante legal ou procurador devidamente identificado;
* Qualificação completa do requerente (nome do interessado, endereço, números de RG,CPF e CNH ou documento que comprove assinatura) e dados do veículo (placa e marca/modelo);
* Cópia do CRLV (licenciamento)
* Fotocópia do Contrato Social (última alteração);
* Fotocópia da Cédula de Identidade do representante legal ou procurador;
* Fotocópia do CPF do representante legal ou procurador, se o número não constar da própria cédula de Identidade.

Clique aqui para acessar o formulário que deve ser preenchido e enviado ao Detran.

Outras Entidades:

O recurso (defesa) deve ser apresentado à Autoridade de Trânsito competente responsável pela autuação, descrita no Auto de Infração ou na notificação. Confira os endereços dos demais Órgãos integrados ao Sistema Nacional de Trânsito, no estado do Paraná.


Fonte: Balanço Geral Curitiba 15/05/2014

Importante lembrar que, os procedimento podem mudar de um órgão para outro, pois a legislação prevê isto, principalmente em esfera municipal, onde a secretaria de trânsito  pode estipular algo diferente ao mencionado aqui, porém estas informações servem de base.




sexta-feira, 2 de maio de 2014

Dicas sobre a EMBREAGEM e demais pedais de comando.

  Olá pessoal, neste post eu quero falar um pouco mais com vocês sobre a embreagem do carro, e já tem alguns post sobre este assunto, mas vou tentar explicar de uma forma mais simples sobre este equipamento e passar algumas dicas para facilitar a sua vida.
  
  No Brasil, a legislação de trânsito prevê apenas os veículos de transmissão (câmbio) manual ou mecânica para a aquisição da CNH, permitindo apenas os automáticos para pessoas portadoras de necessidades especiais - PCD (Pessoas com Deficiência). Então tenha calma e força de vontade para aprender a usar este equipamento pois é de fundamental importância, e depois de adquirido a sua CNH, aí você pode dirigi o carro automático, que é bem mais fácil e não tem segredo nenhum para isto.

  E qual a diferença entre estes dois veículos, o manual e o automático?
  Esta resposta é bem simples. porém com uma diferença significante entre um e outro. No caso do carro manual, o condutor deve analisar com frequência a situação de trafego e da via para fazer e utilizar a marcha correta para a situação, acabando por usar muito da visão e interpretação e tomada de decisão sobre marchas e velocidade do carro, e no modelo automático, a pessoa apenas conduz e o carro ao "perceber" sua desaceleração recombina a marcha que deve ser utilizada, tirando esta preocupação do conduto, sendo então um veículo mais fácil e pratico de conduzir.

  O veículo de transmissão manual exige muito mais do condutor, pois nós temos que ficar analisando a situação de trafego da via, se a velocidade esta aumentando ou diminuindo, se preciso de uma marcha mais forte ou leve, se mantenho na marcha que está ou reduzo, se paro, freio ou só acelero, entre outros e é claro, não posso perder meu foco visual da via, pois tudo isto também depende do que eu estou vendo. Então veja como fica mais complicado usar este tipo de veículo, ele cobra muito conhecimento e raciocínio rápido e lógico, e uma atitude errada neste momento poderá ter consequências, por isto se torna um veículo mais difícil de conduzir, porém com um pouco de treino e uso de alguns neurônios tudo será possível.

  Então vamos lá para as dicas sobre os pedais, e vamos começar com a seguinte informação, que é a forma como você senta e se posiciona no banco do carro, pois esta posição desempenha um papel importante no seu aprendizado e uso do veículo, pois a má postura impossibilitará de manipular o volante e os pedais, então segue aí o link deste post para vocês, click = POSICIONAMENTO . Este post fala do posicionamento para as mãos, braços. E quanto a ajuda sobre os pés, vejam este post POSICIONAMENTO PÉS e com este dois post vocês vão se posicionar bem, e assim facilitando o aprendizado e a dirigibilidade.

  Vou fazer aqui uma explicação simples e básica sobre o que é e para que serve e qual o pé usar em cada pedal, pois o entendimento deste irá facilitar também, pois as pessoas não conhecem a maquina que estão usando e ficam se atrapalhando toda a ora de usar os pedais. Veja a imagem abaixo.



Pedal 1 - Embreagem: Manipulada com o pé esquerdo apenas, e utilizada sempre até o final ou seja, "afundando o pedal", e será utilizada em 3 situações: 1- Arrancar com o carro, 2 - trocas e reduções de marchas e 3-  parada do carro, então lembrem-se sempre destas funções, e se não for fazer nenhuma delas, você não precisa da embreagem então. E quanto a utilização dela, vai funcionar assim, com o pé suspenso e apoiado no pedal pois assim conseguirá manipular o pedal corretamento controlando o "acionar e o liberar" do pedal de forma gradual, costumo usar aqui o "soltar e soltando", sendo que o correto é o "soltando", e como já havia explicado em outro post e volto a repetir aqui, solte a embreagem e 3 partes.
Pedal acionado: 1 libere 1/3 depois 2/3 e depois o 3/3 e tente fazer este contando até 3 que dará uma sequência bem bacana e coordenada, e é claro, não mantenha o tornozelo apoiado no chão neste caso, pois assim na minha opinião fica mais difícil de controlar e com o pé livre você manipula melhor o pedal.

Pedal 2 - Freio: Utilizaremos neste pedal o pé direito e de forma moderada e teremos aqui duas funções:  1 - Parar o carro, ou 2 - Diminuir a velocidade do carro, e neste caso, de forma moderada e de acordo com nossa necessidade que pode ser das mais variadas e o freio será usado proporcional. e não com o pé suspenso e apoiado no pedal pois assim a frenagem será muito brusca e agressiva, e use o pé de tal forma que o movimento seja "freando" e mantenha o tornozelo apoiado no chão do carro, assim vai ser suave e progressivo.

Pedal 3 - Acelerador: Usamos aqui o pé direito também, ou seja, acelerar e frear usa-se sempre o mesmo pé, e a função do acelerador é aumentar o giro do motor e consequentemente a velocidade do carro, mas combinado com a marcha também, pois não é só o acelerador que dá velocidade, mas sim a marcha. E quanto a forma de acionar o pedal, sugiro com a ponta do pé, entre a maçã do pé e os dedos, pois assim vai ser mais suave e coordenada, e não com o pé inteiro no pedal pois assim a aceleração será muito brusca e agressiva, e use o pé de tal forma que o movimento seja "acelerando" e mantenha o tornozelo apoiado no chão do carro.

Segue aí a dica para vocês, espero que seja útil e funcional para todos, e qualquer dúvida estou a disposição.



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Estacionamento.

  Olá pessoal, neste post quero chamar atenção de vocês para esta situação que é estacionar o veículo, e que vemos aí nas ruas as maiores irregularidades e absurdos possíveis e segue aí abaixo algumas imagens das situações mais comuns que encontramos que é a pessoa estacionar o veículo sobre a calçada ou passeios, que é uma área de movimentação e circulação de pedestre,s e não de trafego e estacionamento de veículos.



Vejamos o que diz o Código de Trânsito sobre este espaço.
Art. 29. Inciso V - o trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos, só poderá ocorrer para que se adentre ou se saia dos imóveis ou áreas especiais de estacionamento;
Art. 48. Nas paradas, operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas as exceções devidamente sinalizadas.
        § 1º Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em operação de carga ou descarga deverão estar situados fora da pista de rolamento.
        § 2º O estacionamento dos veículos motorizados de duas rodas será feito em posição perpendicular à guia da calçada (meio-fio) e junto a ela, salvo quando houver sinalização que determine outra condição.
        § 3º O estacionamento dos veículos sem abandono do condutor poderá ser feito somente nos locais previstos neste Código ou naqueles regulamentados por sinalização específica.

Estacionamento na horizontal

Estacionamento na diagonal

Estacionamento na vertical

E quanto a punição para este ato que é muito comum em nossas ruas, esta aqui:
Art 181 Inciso VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
        Infração - grave - 5 pontos na CNH;

        Penalidade - multa de R$127.69;

        Medida administrativa - remoção do veículo;
  Então segue aí a dica para vocês e para seus amigos e familiares, que costumam fazer isto em frente a sua própria residência, pois esta regra serve em todo e qualquer lugar, e esta mesma situação é útil também para o acesso a imóveis lindeiros aos quais necessitamos cruzar a calçada ou passeio para adentrar ou sair do imóvel, respeitando assim a preferência de passagem que é do pedestre funcionando da seguinte forma:
  •  Na saída do imóvel: Parar o veículo na divisa do portão e aguardar a travessia do pedestre, e depois posiciona o carro na calçada e aguarda a liberação do fluxo da via para adentrar na mesma.
  •  Na entrada do imóvel: Parar o veículo próximo a guia da calçada ou meio fio, aguardar a travessia do pedestre e só então utiliza-se a calçada para realizar a sua manobra, e quanto ao fluxo atrás do carro na via, é obrigação dos demais condutores aguardarem em fila ou desviar se for possível.
Sendo assim na manobra de saída, ocorrem duas paradas do veículo respeitando a preferência do pedestre e posteriormente o fluxo de veículos da via.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Simulados de exame teórico.



Olá pessoal, segue neste post o link de vários simulados online dos detrans e afins para vocês estarem treinando para sua prova teórica, porém quero deixar a dica aí para vocês, que não abandonem o conhecimento teórico, pois ele é de fundamental importância para as aulas práticas, pois é muito comum no curso pratico o candidato não lembrar de nada pois usa a famosa frase "eu já passei pelo teste teórico", achando que ali acabou aquele conteúdo.

É só clicar em cima dos nomes dos órgãos abaixo para acessar a pagina dos testes: 


Teste teórico Detran Pe.  Este precisa baixar e instalar um programa, aí fica a teu critério.

Segue aí então alguns links para que vocês possam treinar para a sua prova teórica, mas não se esqueçam que tudo o que for estudado e cobrado na prova teórica, é importante para as aula práticas, bem como para o teste prático também.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Conversão à esquerda.

Olá pessoal!
 Neste post quero falar com vocês sobre a conversão a esquerda, pois esta é a manobra mais perigosa e complicada que nós temos, e vou explica-la melhor com este post e exclusivamente sobre ela.

Então, a ora que precisar realizar esta manobra, devemos tomar os seguintes cuidados e na ordem a seguir:
  1.  Acionar a sinalização de mudança de direção ( ligar o pisca, seta).
  2.  Verificar a sinalização da via para saber se é direito de passagem, ou dever de parar (se tem a placa de PARE para você).
  3. Observar o trânsito ao seu lado pelo retrovisor esquerdo e ir posicionando o veículo mais próximo do eixo central da via (faixa amarela), e se não houver a linha, use sua imaginação e posicione a lateral do veículo próximo ao meio da rua.               - Observe a imagem abaixo o carro amarelo.



 Após realizada a explicação anterior e obtendo a informação sobre PREFERÊNCIA DE PASSAR ou dever de PARAR, devemos tomar agora os seguintes cuidados:

CASO 01 - Se tem a placa de PARE, deve-se parar onde a sinalização de retenção define conforme a imagem abaixo com o carro vermelho:
  •  Cuidar do fluxo de veículo indicado pelos números - 1 - 2 - 3.
  •  Cuidar também com pedestres e ciclistas na transversal a frente do veículo e forma com que aparece o pedestre na imagem.



  CASO 02 - Se for  preferência de passagem, devo parar no meio do cruzamento conforme a imagem abaixo, seguindo as regras a seguir:
  • Cuidar com o contra fluxo de veículo indicado pelo número 3 apenas.
  • Cuidar também com pedestres e ciclistas na transversal a frente do veículo e na direção de seu trafego.
  • Se precisar para, deve ser no centro do cruzamento como mostra a imagem.
  • Aguardar a passagem do veículo do contra fluxo ou pedestre.
  • Engrene ou engate a marcha necessária, e só então realize a manobra.
  • Se não vier nenhum veículo, faça a redução da marcha e realize a manobra sem precisar parar, apenas .
  • Se tiver o pedestre atravessando a via como na imagem, devo para como esta aí abaixo e só depois realizo a minha manobra.  
A sequência correta para esta situação é:
a - Passagem do pedestre.
b - Passagem do carro 3.
c - Conversão do carro amarelo
d - Trjeto que o carro vermelho (1) queira fazer.

CASO 03 - Se for  preferência de passagem, e tiver um carro querendo fazer a conversão a esquerda também, se você for o caro amarelo, deve parar antes do cruzamento conforme a imagem abaixo, seguindo as regras a seguir:
  • Deixo ele passar, sinalizando com os faróis do meu carro, ou sinalizando com as mãos.
  • Corrijo a marcha do meu carro para a 1ª .
  • Após a passagem dele, realizo a minha manobra, ou se for o casso, me posiciono levando o carro um pouco mais a frente, parando no centro do cruzamento e depois realizo a minha manobra.
  • O trânsito que se formar atrás do meu carro deverá aguardar a minha manobra, então não devo me preocupar.

Esta situação citada aí acima é a mais complicada de todas, então devemos manter a calma e nos concentrar no que realmente devemos fazer para não cometer algum erro, pois em muitos casso como este durante o teste prático, o candidato costuma reprovar por não saber o que fazer e acaba se perdendo no meio desta situação com este emaranhado de informação, mas tem que ter calam para fazer o que é correto como o explicado, e lembre-se, nunca esqueça de realizar a sinalização de mudança de direção com antecedência. Então esta aí a dica para vocês, é só por em pratica e cumprir com a regra.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Diferenças entre curvas abertas e fechadas.


  Bom pessoal, neste post eu quero explicar um pouco para vocês sobre esta situação bastante comum de observarmos nas ruas de nossas cidades, pois um erro aqui pode resultar em uma batida ou você se coloca em uma situação de risco desnecessária, e para o exame prático, pode  e será considerado uma manobra errada gerando pontuação negativa ou até mesmo a eliminação do candidato, e reforçando, para o trânsito é um grave erro.

  E as pessoas fazem isto simplesmente para economizar um curto espaço insignificante no trajeto delas, e acabam por se colocarem em uma situação de risco e expondo os outros usuários também, ou por simplesmente pensarem que estão em seu direito ou por não ter mais alguém ali, acabam por agir assim. Então vou expor as duas situações aqui para vocês, o errado e o correto, tanto para a direita e bem como para a esquerda.

Caso 01 - Conversão errada e correta para a DIREITA, como proceder (carro azul):
  1. Sinalizar sua intenção com antecedência e posicionar o veículo corretamente mais a direita da via, para que a manobra seja feita de forma correta.
  2. Verifique se é seu DIREITO de passagem, ou de parada obrigatória.
  3. Realize a manobra contornando a guia da calçada, ou a grama, e vá virando o volante proporcional ao tamanho da curva.
  4. Inicie a manobra no inicio da curva da guia, como mostra a linha verde e este é o traçado correto da conversão, observe também na imagem abaixo o traçado vermelho, esta manobra está saindo muito aberta, isto esta errado.


  • Caso tenha algum carro estacionando ou outro objeto parado no final da linha verde, o que devemos fazer é, manter o traçado da curva no inicio e só então começar a abrir do meio para o final da curva.

Caso 02 - Conversão errada e correta para a ESQUERDA, como proceder (carro amarelo):
  1. Sinalizar sua intenção com antecedência e posicionar o veículo corretamente lateral a linha de divisão de fluxo (linha amarela) da via, para que a manobra seja feita de forma correta.
  2. Verifique se é seu DIREITO de passagem, ou de parada obrigatória.
  3. Verifique se está livre o contra fluxo de sua rua, se vier alguém ao seu encontro, você terá que aguardar para fazer a sua manobra.
  4. Realize a manobra contornando a linha amarela da sua rua, e vire contornando também a linha amarela da rua que você irá trafegar, e vá virando o volante proporcional ao tamanho da curva.
  5. Realize a manobra como mostra a linha verde, que é a forma correta para realiza a conversão a esquerda, sem invadir o contra fluxo, que é o caso da linha vermelha, que o carro realiza a manobra pela contra mão, realizando assim a manobra fechada.

  Esta ultima manobra é a mais comum de vermos o pessoal realizando ai pelas ruas, só que o que acontece, se a pessoa realiza uma manobra como a linha vermelha, e chegar a colidir no carro vermelho, por exemplo, a culpa é toda dele, por estar trafegando na contramão.



  * * * Observe esta imagem abaixo, pior ainda, o carro amarelo que fazer a conversão a esquerda e está em sua preferencia de passagem, e observe como o carro vermelho parou para virar a esquerda também, é o que acontece no dia a dia das pessoas. E como é comum a manobra do carro amarelo pela linha vermelha, o que o motorista do carro amarelo faz então, ele para na preferência de passagem para permitir a passagem do carro vermelho, e só então ele faz a sua manobra, isto é completamente errado.
  
  O carro vermelho deve parar alinhado para fazer a manobra como o carro amarelo deve fazer pela linha verde, este traçado é a forma correta para os dois.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dez coisas que todo motorista deveria saber sobre as motos.

A Motorcycle Safety Foundation, fundação norte-americana para a segurança dos motociclistas, existe desde 1973 com o objetivo de tornar as ruas e estradas dos Estados Unidos mais seguras para as motocicletas.



Mantida pelos principais fabricantes do setor de duas rodas, a fundação, conhecida pela sigla MSF, oferece cursos para motociclistas e instrutores de moto escolas, além de promover campanhas para o público em geral.

Como o mês de maio antecede o verão no hemisfério norte, quando os motociclistas tiram suas motocicletas da garagem, a MSF o elegeu “o mês de cuidado com as motos”. Porém, diferentemente de nossos governantes que preferem proibir a educar, a fundação elaborou um guia para alertar os motoristas de que as motos estariam de volta às estradas. “É fato que os motoristas de carro e outros veículos são os culpados da maioria dos acidentes que envolvem motocicletas e outros automóveis”, afirmou Tim Buche, presidente da Motorcycle Safety Foundantion. “Justamente por isso decidimos criar essa campanha mirando os motoristas. Temos informações que podem salvar sua vida esteja você atrás de um guidão ou de um volante”, completou Buche. Tanto que, a MSF criou o site www.forcardrivers.com (para motoristas de carro) com dicas de segurança, vídeos e outros recursos para ensinar os motoristas como interagir e respeitar as motos no trânsito.

Além do vasto material disponível – em inglês – a MSF elaborou diretrizes para os motoristas. São 10 coisas que todo motorista de carro, ônibus e caminhão deveria saber sobre as motocicletas. Claro que o trânsito nos Estados Unidos é bem diferente da nossa realidade, porém algumas dicas são universais.
Não se trata de determinar quem está certo ou errado, pelo contrário, o objetivo é um só: evitar acidentes.

Leia e pense a respeito.
  1. Dados indicam que mais da metade dos acidentes fatais com motos envolvem outro veículo
    Na maioria das vezes, o motorista e não o motociclista está errado. Há infinitamente mais carros, picapes e caminhões do que motocicletas nas ruas. Alguns motoristas simplesmente não reconhecem a motocicleta – eles a ignoram (geralmente, sem querer);
  2. Devido a sua menor dimensão a motocicleta pode facilmente ficar escondida nos “pontos cegos” dos carros
    Ou pode ainda ser confundida com objetos ou ficar disfarçada em fundos como árvores, cercas etc. Portanto, preste bastante atenção e olhe duas vezes antes de trocar de faixa ou entrar em um cruzamento.
  3. Uma motocicleta pode parecer que está mais longe do que realmente está
    Também pode ser difícil determinar a velocidade de uma moto. Quando for virar ou entrar em uma pista, considere que a moto está mais perto do que parece.
  4. Muitas vezes os motociclistas diminuem a velocidade simplesmente reduzindo as marchas ou tirando a mão do acelerador
    Portanto não acionam o freio e a luz de freio não se acende. Mantenha distância segura da moto a sua frente. Em cruzamentos, considere que motociclistas podem reduzir a velocidade a fim de evitar acidentes.
  5. Motociclistas frequentemente ocupam uma posição na faixa de rolagem para serem vistos mais facilmente
    Ou para evitar sujeira da pista. Entenda que os motociclistas ocupam espaço na faixa com um propósito, não para serem folgados ou para se exibirem. Se a moto estiver no canto não divida a faixa de rolagem.
  6. Luzes indicadoras de direção
    As setas, não se desligam automaticamente nas motos, portanto alguns pilotos (principalmente iniciantes) algumas vezes se esquecem de desligar as setas depois de uma curva ou de uma mudança de faixa. Antes de se antecipar, tenha certeza que a seta da moto indica a direção que ela vai seguir.
  7. Maneabilidade é uma das melhores características das motos
    Principalmente em baixa velocidade e em vias bem pavimentadas, mas não espere que a moto seja sempre capaz de desviar do seu caminho ou sair da sua frente.
  8. A distância de frenagem de uma moto é praticamente a mesma de um carro
    Porém pisos escorregadios tornam a frenagem complicada em motos. Mantenha distância segura atrás de uma moto porque nem sempre o motociclista pode parar de uma vez.
  9. Quando uma moto está em movimento
    Veja além da motocicleta – veja a pessoa que está por baixo do capacete, pois pode ser seu amigo, seu vizinho ou até um parente seu.
  10. Se um carro colide em uma moto, bicicleta ou pedestre pode causar sérios danos
    E até a morte. O motorista que causou o acidente provavelmente nunca se perdoará por isso.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Princípios da direção defensiva.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo.

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

1. Dirigir com excesso ou escassez de luz

- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

2. Dirigir em condições adversas de tempo

- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

3. Cuidado com a situação das estradas

- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
- em vias sem sinalização, atenção redobrada;
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

4. Cuidados com o veículo

- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

5. Condições do motorista

- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco;
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

6. Como evitar colisões

- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
- sinalizar corretamente as conversões;
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa;
- quando em marcha ré, retroceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.

Fonte:  http://www.detran.mt.gov.br/noticias/2752/principios-da-direcao-defensiva

Camioneta X Caminhonete X Utilitários.

 Uma particularidade que temos nas ruas e que o código define muito bem e separa cada caso, são os veículos misto, e passo abaixo a explicação para vocês.

ANEXO I - DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES DO CTB, adotam-se as seguintes definições:
  CAMINHONETE - veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas.
 Pelo que determina o Capitulo IX do CTB, na classificação geral dos veículos, quanto a sua espécie, a caminhonete é considerada um veículo de carga, em compartimentos distintos. 



CAMIONETA - veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento.
Pelo que determina o Capitulo IX do CTB, na classificação geral dos veículos, quanto a sua espécie, a caminhonete é considerada um veículo misto destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro, no mesmo compartimento.


UTILITÁRIO - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada. 
  • VEÍCULO MISTO - veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro.
Este veículo tem a sua finalidade bem definida tanto no transporte de passageiros, sua capacidade em lugares, bem como para o transporte de carga, pela sua caçamba com esta finalidade para cargas.
  


Normalmente utilizamos este ultimo termo de utilitário para este três tipos de veículos, porém há uma distinção entre cada um deles, então segue aí a dica para todos.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Guia prático para emergências na estrada.



   Seu carro quebrou? O trânsito parou? A neblina está forte? Veja o que fazer para enfrentar situações adversas na rodovia

  Nem sempre o caminho é tranquilo. Pegar a estrada exige constante atenção do motorista e, algumas vezes, situações adversas atrapalham ainda mais a condução nas estradas. O iCarros consultou especialistas em tráfego rodoviário e explica o que fazer quando se deparar com uma emergência na estrada.

Parada repentina:
   Imagine você a 120 km/h numa rodovia quando, sem aviso, o trânsito para. O que fazer, e mais, será que os motoristas atrás de você irão parar? Nessa condição, a prática de ligar o pisca-alerta é correta: “Ela serve para alertar os demais motoristas e para evitar uma colisão traseira”, lembra Eduardo di Gregorio, Gerente de Atendimento ao Usuário da Ecovias, empresa concessionária que opera o sistema Anchieta-Imigrantes. “Mas manter distância segura em relação ao carro da frente também ajuda”, acrescenta Pedro Santos, Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban (concessionária das rodovias Anhanguera e Banteirantes).

Neblina:
   A neblina ocorre quando uma queda brusca na temperatura faz a umidade do ar se condensar e forma-se uma névoa próxima ao solo. Além de incômoda, é perigosa, pois diminui a visibilidade. “A ocorrência de neblina entre maio e julho é maior, principalmente nas regiões serranas”, lembra Santos. Nessa situação, mantenha calma e não tente usar o farol alto para melhorar a visão: “O farol alto vai apenas ser refletido na névoa, o ideal é manter os faróis baixos e usar o farol de neblina, que ilumina para os lados”, acrescenta di Gregorio.

  Outra situação comum com a neblina é a condensação da névoa no para-brisa, mas basta acionar o limpador para removê-la. Alguns modelos possuem a função “mist” (névoa, em inglês) que aciona o equipamento apenas uma vez para limpar a condensação no vidro.

  Se a névoa estiver muito forte, tente não mudar de faixa, diminua a velocidade e aumente a distância em relação ao veículo da frente. Não use o pisca-alerta para que os demais motoristas não pensem que há um veículo parado. “Nem pare no acostamento”, informa o especialista da Ecovias, “já tivemos acidentes fatais por causa disso. Com neblina, o acostamento só dá problema.”

Quebra sobre a via:
Há situações em que o carro quebra, ou tem um pneu furado, e a maioria dos motoristas simplesmente para no meio da estrada. Isso não é correto. “É preciso o máximo possível achar um ponto recuado fora da via e ficar fora do carro, em local seguro”, recomenda Santos. Se o carro não tiver condições de locomover, é preciso sinalizar com o triângulo com antecedência, instrui o especialista da Autoban: “a sinalização tem que permitir aos demais motoristas tempo hábil para desviar do veículo parado sobre a pista.”
  • Para quem tem dúvida sobre como utilizar o triângulo, basta usar como medida passos largos. A referência é a velocidade máxima da via. Se for 100 km/h, por exemplo, a sinalização precisa estar a 100 passos largos de distância do carro parado. Em caso de chuva ou neblina, a relação passa a ser de dois passos largos para cada km/h de velocidade máxima.
Uma vez em local seguro ou após ter sinalizado, ligue para seu seguro ou, se não tiver um, para a concessionária da rodovia ou para a Polícia Rodoviária. Os telefones são mostrados em placas ao longo da via e a ligação é gratuita.

Outros veículos parados sobre a pista:
   Em algumas situações, por boa vontade, motoristas param no acostamento para ajudar outros, que estão com os veículos quebrados. Apesar de a intenção ser das melhores, a atitude não é, como explica Pedro Santos: “Nós queremos sempre minimizar a exposição do usuário ao tráfego da via para diminuir os riscos de acidente”. Quando avistar um veículo precisando de auxílio na estrada, contate a concessionária ou a Polícia Rodoviária. Eles poderão auxiliar quem está parado e sinalizar devidamente a via para realizar o resgate. “Pedimos aos usuários que nos ajudem e nos comuniquem esses veículos precisando de auxílio”, complementa o Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban.




Acidentes:
   Se você passar por um acidente na estrada, a pior conduta possível é a de parar e tentar retirar as vítimas dos veículos acidentados. “Se o usuário não tem treinamento médico, não há como saber o que a vítima tem. Tirá-lo do carro pode até piorar sua condição clínica”, orienta di Gregorio. Se o acidente envolver motociclistas, não tente retirar o capacete para não aumentar o trauma. Aqui, vale a mesma dica do tópico anterior. Não pare, mas comunique o ocorrido à administradora da rodovia e ou à Polícia Rodoviária.

Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes



   No conturbado trânsito urbano, pedestres são obrigados a desviar de automóveis que param sobre a faixa, comprovando a falta de respeito de vários motoristas.

   Um dos grandes dilemas de cidades médias e grandes é a postura dos motoristas ao volante. A maioria ainda ignora os princípios básicos de civilidade e tumultua a circulação de veículos pelo egoísmo e desconhecimento das regras básicas. Saiba o que pode ser feito para diminuir a agressivade entre os motoristas e as ruas e avenidas não se transformem em cenário de guerra urbana.
Para garantir um trânsito mais seguro e dinâmico, o Código de Trânsito Brasileiro determina onde cada veículo deve estar e quem tem a preferência. Separamos algumas situações-chave para você conferir se ainda está em dia com as lições da autoescola.


Retorno no canteiro central:
   Essa é das dúvidas repentinas que mais assolam os motoristas. O jeito certo é permanecer à sua esquerda, próximo ao canteiro central. Não esqueça de sinalizar a intenção de retornar, já que a faixa da esquerda é comumente usada para o trânsito rápido.

Rotatória:
   Regrinha básica também: quando não há sinalização, a preferência é de quem já está na rotatória. Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes, desde os graves até aqueles que trazem dor de cabeça e prejuízo


Na praça:
   Você se aproxima de uma praça que oferece a opção de conversão em diversas ruas e pretende contorná-la. O melhor é se manter à esquerda, para não atrapalhar os outros veículos que pretendem entrar em alguma dessas ruas.

Cruzamento sem sinalização:
   Sabe quando dá a louca nos sinais e eles param de funcionar? Se não chegar ninguém para controlar o trânsito, de quem será a preferência? Bom, daí depende. Em primeiro lugar, a preferência é do carro que transita por uma rodovia. Nos demais casos, a preferência é dos veículos que vierem à direita do condutor.

Veículo em urgência:
   Está no código de trânsito. Quando se percebe a aproximação de veículos em urgência (ambulância, polícia, salvamento etc.), os demais veículos devem deixar a faixa da esquerda livre, deslocando-se para direita e parando, se necessário.


Sinal X Faixa:
   Sinal verde é para o carro passar, correto? E na faixa de pedestre a preferência é dos transeuntes, ok? E quando as duas sinalizações se encontram, o que prevalece? O sinal!

Fila na estrada:
   Essa situação também é clássica. Naquela estrada com pouquíssimos pontos de ultrapassagem, é comum formar uma fila de carros atrás dos veículo mais lentos, como um caminhão carregado. Daí vira aquele festival de absurdos, um carro cortando o outro. Para que todos sejam respeitados, o correto é que os veículos da fila mantenham distância entre si para possibilitar que os motoristas que queiram ultrapassar possam ir intercalando o comboio.

Fechando o cruzamento:
   Engana-se o motorista que tem o direito de fechar um cruzamento só porque o sinal está aberto. É preciso prestar atenção e, caso não caiba mais nenhum carro depois do cruzamento, o melhor é esperar. E nada de invadir a faixa de pedestre.

No sentido certo:
   Para estacionar na rua, quando não houver sinalização orientando, é preciso estar atento ao sentido do fluxo. Se você estacionar seu carro no sentido oposto estará sujeito a multa.

Na perpendicular:
  Também existem normas para as motos estacionarem. A posição correta, também se não houver sinalização orientando, é na perpendicular em relação ao meio-fio.

Não abra a curva:
   Olha essa. O artigo 35 do CTB determina que antes de qualquer deslocamento lateral, que pode ser entendido como a transposição da faixa de trânsito, o motorista deve indicar seu propósito de forma clara e com a devida antecedência. Então, nada de abrir a curva, invadindo a faixa ao lado, a não ser que você esteja dirigindo uma carreta. Mas se for fazer, não deixe de sinalizar.

Fonte: http://www.detran.mt.gov.br/noticias/2525/saber-se-posicionar-no-transito-pode-evitar-diversos-acidentes