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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Estacionamento.

  Olá pessoal, neste post quero chamar atenção de vocês para esta situação que é estacionar o veículo, e que vemos aí nas ruas as maiores irregularidades e absurdos possíveis e segue aí abaixo algumas imagens das situações mais comuns que encontramos que é a pessoa estacionar o veículo sobre a calçada ou passeios, que é uma área de movimentação e circulação de pedestre,s e não de trafego e estacionamento de veículos.



Vejamos o que diz o Código de Trânsito sobre este espaço.
Art. 29. Inciso V - o trânsito de veículos sobre passeios, calçadas e nos acostamentos, só poderá ocorrer para que se adentre ou se saia dos imóveis ou áreas especiais de estacionamento;
Art. 48. Nas paradas, operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas as exceções devidamente sinalizadas.
        § 1º Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em operação de carga ou descarga deverão estar situados fora da pista de rolamento.
        § 2º O estacionamento dos veículos motorizados de duas rodas será feito em posição perpendicular à guia da calçada (meio-fio) e junto a ela, salvo quando houver sinalização que determine outra condição.
        § 3º O estacionamento dos veículos sem abandono do condutor poderá ser feito somente nos locais previstos neste Código ou naqueles regulamentados por sinalização específica.

Estacionamento na horizontal

Estacionamento na diagonal

Estacionamento na vertical

E quanto a punição para este ato que é muito comum em nossas ruas, esta aqui:
Art 181 Inciso VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de canalização, gramados ou jardim público:
        Infração - grave - 5 pontos na CNH;

        Penalidade - multa de R$127.69;

        Medida administrativa - remoção do veículo;
  Então segue aí a dica para vocês e para seus amigos e familiares, que costumam fazer isto em frente a sua própria residência, pois esta regra serve em todo e qualquer lugar, e esta mesma situação é útil também para o acesso a imóveis lindeiros aos quais necessitamos cruzar a calçada ou passeio para adentrar ou sair do imóvel, respeitando assim a preferência de passagem que é do pedestre funcionando da seguinte forma:
  •  Na saída do imóvel: Parar o veículo na divisa do portão e aguardar a travessia do pedestre, e depois posiciona o carro na calçada e aguarda a liberação do fluxo da via para adentrar na mesma.
  •  Na entrada do imóvel: Parar o veículo próximo a guia da calçada ou meio fio, aguardar a travessia do pedestre e só então utiliza-se a calçada para realizar a sua manobra, e quanto ao fluxo atrás do carro na via, é obrigação dos demais condutores aguardarem em fila ou desviar se for possível.
Sendo assim na manobra de saída, ocorrem duas paradas do veículo respeitando a preferência do pedestre e posteriormente o fluxo de veículos da via.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Simulados de exame teórico.



Olá pessoal, segue neste post o link de vários simulados online dos detrans e afins para vocês estarem treinando para sua prova teórica, porém quero deixar a dica aí para vocês, que não abandonem o conhecimento teórico, pois ele é de fundamental importância para as aulas práticas, pois é muito comum no curso pratico o candidato não lembrar de nada pois usa a famosa frase "eu já passei pelo teste teórico", achando que ali acabou aquele conteúdo.

É só clicar em cima dos nomes dos órgãos abaixo para acessar a pagina dos testes: 


Teste teórico Detran Pe.  Este precisa baixar e instalar um programa, aí fica a teu critério.

Segue aí então alguns links para que vocês possam treinar para a sua prova teórica, mas não se esqueçam que tudo o que for estudado e cobrado na prova teórica, é importante para as aula práticas, bem como para o teste prático também.


quinta-feira, 20 de março de 2014

Conversão à esquerda.

Olá pessoal!
 Neste post quero falar com vocês sobre a conversão a esquerda, pois esta é a manobra mais perigosa e complicada que nós temos, e vou explica-la melhor com este post e exclusivamente sobre ela.

Então, a ora que precisar realizar esta manobra, devemos tomar os seguintes cuidados e na ordem a seguir:
  1.  Acionar a sinalização de mudança de direção ( ligar o pisca, seta).
  2.  Verificar a sinalização da via para saber se é direito de passagem, ou dever de parar (se tem a placa de PARE para você).
  3. Observar o trânsito ao seu lado pelo retrovisor esquerdo e ir posicionando o veículo mais próximo do eixo central da via (faixa amarela), e se não houver a linha, use sua imaginação e posicione a lateral do veículo próximo ao meio da rua.               - Observe a imagem abaixo o carro amarelo.



 Após realizada a explicação anterior e obtendo a informação sobre PREFERÊNCIA DE PASSAR ou dever de PARAR, devemos tomar agora os seguintes cuidados:

CASO 01 - Se tem a placa de PARE, deve-se parar onde a sinalização de retenção define conforme a imagem abaixo com o carro vermelho:
  •  Cuidar do fluxo de veículo indicado pelos números - 1 - 2 - 3.
  •  Cuidar também com pedestres e ciclistas na transversal a frente do veículo e forma com que aparece o pedestre na imagem.



  CASO 02 - Se for  preferência de passagem, devo parar no meio do cruzamento conforme a imagem abaixo, seguindo as regras a seguir:
  • Cuidar com o contra fluxo de veículo indicado pelo número 3 apenas.
  • Cuidar também com pedestres e ciclistas na transversal a frente do veículo e na direção de seu trafego.
  • Se precisar para, deve ser no centro do cruzamento como mostra a imagem.
  • Aguardar a passagem do veículo do contra fluxo ou pedestre.
  • Engrene ou engate a marcha necessária, e só então realize a manobra.
  • Se não vier nenhum veículo, faça a redução da marcha e realize a manobra sem precisar parar, apenas .
  • Se tiver o pedestre atravessando a via como na imagem, devo para como esta aí abaixo e só depois realizo a minha manobra.  
A sequência correta para esta situação é:
a - Passagem do pedestre.
b - Passagem do carro 3.
c - Conversão do carro amarelo
d - Trjeto que o carro vermelho (1) queira fazer.

CASO 03 - Se for  preferência de passagem, e tiver um carro querendo fazer a conversão a esquerda também, se você for o caro amarelo, deve parar antes do cruzamento conforme a imagem abaixo, seguindo as regras a seguir:
  • Deixo ele passar, sinalizando com os faróis do meu carro, ou sinalizando com as mãos.
  • Corrijo a marcha do meu carro para a 1ª .
  • Após a passagem dele, realizo a minha manobra, ou se for o casso, me posiciono levando o carro um pouco mais a frente, parando no centro do cruzamento e depois realizo a minha manobra.
  • O trânsito que se formar atrás do meu carro deverá aguardar a minha manobra, então não devo me preocupar.

Esta situação citada aí acima é a mais complicada de todas, então devemos manter a calma e nos concentrar no que realmente devemos fazer para não cometer algum erro, pois em muitos casso como este durante o teste prático, o candidato costuma reprovar por não saber o que fazer e acaba se perdendo no meio desta situação com este emaranhado de informação, mas tem que ter calam para fazer o que é correto como o explicado, e lembre-se, nunca esqueça de realizar a sinalização de mudança de direção com antecedência. Então esta aí a dica para vocês, é só por em pratica e cumprir com a regra.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Diferenças entre curvas abertas e fechadas.


  Bom pessoal, neste post eu quero explicar um pouco para vocês sobre esta situação bastante comum de observarmos nas ruas de nossas cidades, pois um erro aqui pode resultar em uma batida ou você se coloca em uma situação de risco desnecessária, e para o exame prático, pode  e será considerado uma manobra errada gerando pontuação negativa ou até mesmo a eliminação do candidato, e reforçando, para o trânsito é um grave erro.

  E as pessoas fazem isto simplesmente para economizar um curto espaço insignificante no trajeto delas, e acabam por se colocarem em uma situação de risco e expondo os outros usuários também, ou por simplesmente pensarem que estão em seu direito ou por não ter mais alguém ali, acabam por agir assim. Então vou expor as duas situações aqui para vocês, o errado e o correto, tanto para a direita e bem como para a esquerda.

Caso 01 - Conversão errada e correta para a DIREITA, como proceder (carro azul):
  1. Sinalizar sua intenção com antecedência e posicionar o veículo corretamente mais a direita da via, para que a manobra seja feita de forma correta.
  2. Verifique se é seu DIREITO de passagem, ou de parada obrigatória.
  3. Realize a manobra contornando a guia da calçada, ou a grama, e vá virando o volante proporcional ao tamanho da curva.
  4. Inicie a manobra no inicio da curva da guia, como mostra a linha verde e este é o traçado correto da conversão, observe também na imagem abaixo o traçado vermelho, esta manobra está saindo muito aberta, isto esta errado.


  • Caso tenha algum carro estacionando ou outro objeto parado no final da linha verde, o que devemos fazer é, manter o traçado da curva no inicio e só então começar a abrir do meio para o final da curva.

Caso 02 - Conversão errada e correta para a ESQUERDA, como proceder (carro amarelo):
  1. Sinalizar sua intenção com antecedência e posicionar o veículo corretamente lateral a linha de divisão de fluxo (linha amarela) da via, para que a manobra seja feita de forma correta.
  2. Verifique se é seu DIREITO de passagem, ou de parada obrigatória.
  3. Verifique se está livre o contra fluxo de sua rua, se vier alguém ao seu encontro, você terá que aguardar para fazer a sua manobra.
  4. Realize a manobra contornando a linha amarela da sua rua, e vire contornando também a linha amarela da rua que você irá trafegar, e vá virando o volante proporcional ao tamanho da curva.
  5. Realize a manobra como mostra a linha verde, que é a forma correta para realiza a conversão a esquerda, sem invadir o contra fluxo, que é o caso da linha vermelha, que o carro realiza a manobra pela contra mão, realizando assim a manobra fechada.

  Esta ultima manobra é a mais comum de vermos o pessoal realizando ai pelas ruas, só que o que acontece, se a pessoa realiza uma manobra como a linha vermelha, e chegar a colidir no carro vermelho, por exemplo, a culpa é toda dele, por estar trafegando na contramão.



  * * * Observe esta imagem abaixo, pior ainda, o carro amarelo que fazer a conversão a esquerda e está em sua preferencia de passagem, e observe como o carro vermelho parou para virar a esquerda também, é o que acontece no dia a dia das pessoas. E como é comum a manobra do carro amarelo pela linha vermelha, o que o motorista do carro amarelo faz então, ele para na preferência de passagem para permitir a passagem do carro vermelho, e só então ele faz a sua manobra, isto é completamente errado.
  
  O carro vermelho deve parar alinhado para fazer a manobra como o carro amarelo deve fazer pela linha verde, este traçado é a forma correta para os dois.


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dez coisas que todo motorista deveria saber sobre as motos.

A Motorcycle Safety Foundation, fundação norte-americana para a segurança dos motociclistas, existe desde 1973 com o objetivo de tornar as ruas e estradas dos Estados Unidos mais seguras para as motocicletas.



Mantida pelos principais fabricantes do setor de duas rodas, a fundação, conhecida pela sigla MSF, oferece cursos para motociclistas e instrutores de moto escolas, além de promover campanhas para o público em geral.

Como o mês de maio antecede o verão no hemisfério norte, quando os motociclistas tiram suas motocicletas da garagem, a MSF o elegeu “o mês de cuidado com as motos”. Porém, diferentemente de nossos governantes que preferem proibir a educar, a fundação elaborou um guia para alertar os motoristas de que as motos estariam de volta às estradas. “É fato que os motoristas de carro e outros veículos são os culpados da maioria dos acidentes que envolvem motocicletas e outros automóveis”, afirmou Tim Buche, presidente da Motorcycle Safety Foundantion. “Justamente por isso decidimos criar essa campanha mirando os motoristas. Temos informações que podem salvar sua vida esteja você atrás de um guidão ou de um volante”, completou Buche. Tanto que, a MSF criou o site www.forcardrivers.com (para motoristas de carro) com dicas de segurança, vídeos e outros recursos para ensinar os motoristas como interagir e respeitar as motos no trânsito.

Além do vasto material disponível – em inglês – a MSF elaborou diretrizes para os motoristas. São 10 coisas que todo motorista de carro, ônibus e caminhão deveria saber sobre as motocicletas. Claro que o trânsito nos Estados Unidos é bem diferente da nossa realidade, porém algumas dicas são universais.
Não se trata de determinar quem está certo ou errado, pelo contrário, o objetivo é um só: evitar acidentes.

Leia e pense a respeito.
  1. Dados indicam que mais da metade dos acidentes fatais com motos envolvem outro veículo
    Na maioria das vezes, o motorista e não o motociclista está errado. Há infinitamente mais carros, picapes e caminhões do que motocicletas nas ruas. Alguns motoristas simplesmente não reconhecem a motocicleta – eles a ignoram (geralmente, sem querer);
  2. Devido a sua menor dimensão a motocicleta pode facilmente ficar escondida nos “pontos cegos” dos carros
    Ou pode ainda ser confundida com objetos ou ficar disfarçada em fundos como árvores, cercas etc. Portanto, preste bastante atenção e olhe duas vezes antes de trocar de faixa ou entrar em um cruzamento.
  3. Uma motocicleta pode parecer que está mais longe do que realmente está
    Também pode ser difícil determinar a velocidade de uma moto. Quando for virar ou entrar em uma pista, considere que a moto está mais perto do que parece.
  4. Muitas vezes os motociclistas diminuem a velocidade simplesmente reduzindo as marchas ou tirando a mão do acelerador
    Portanto não acionam o freio e a luz de freio não se acende. Mantenha distância segura da moto a sua frente. Em cruzamentos, considere que motociclistas podem reduzir a velocidade a fim de evitar acidentes.
  5. Motociclistas frequentemente ocupam uma posição na faixa de rolagem para serem vistos mais facilmente
    Ou para evitar sujeira da pista. Entenda que os motociclistas ocupam espaço na faixa com um propósito, não para serem folgados ou para se exibirem. Se a moto estiver no canto não divida a faixa de rolagem.
  6. Luzes indicadoras de direção
    As setas, não se desligam automaticamente nas motos, portanto alguns pilotos (principalmente iniciantes) algumas vezes se esquecem de desligar as setas depois de uma curva ou de uma mudança de faixa. Antes de se antecipar, tenha certeza que a seta da moto indica a direção que ela vai seguir.
  7. Maneabilidade é uma das melhores características das motos
    Principalmente em baixa velocidade e em vias bem pavimentadas, mas não espere que a moto seja sempre capaz de desviar do seu caminho ou sair da sua frente.
  8. A distância de frenagem de uma moto é praticamente a mesma de um carro
    Porém pisos escorregadios tornam a frenagem complicada em motos. Mantenha distância segura atrás de uma moto porque nem sempre o motociclista pode parar de uma vez.
  9. Quando uma moto está em movimento
    Veja além da motocicleta – veja a pessoa que está por baixo do capacete, pois pode ser seu amigo, seu vizinho ou até um parente seu.
  10. Se um carro colide em uma moto, bicicleta ou pedestre pode causar sérios danos
    E até a morte. O motorista que causou o acidente provavelmente nunca se perdoará por isso.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Princípios da direção defensiva.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo.

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

1. Dirigir com excesso ou escassez de luz

- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

2. Dirigir em condições adversas de tempo

- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

3. Cuidado com a situação das estradas

- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
- em vias sem sinalização, atenção redobrada;
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

4. Cuidados com o veículo

- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

5. Condições do motorista

- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco;
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

6. Como evitar colisões

- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
- sinalizar corretamente as conversões;
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa;
- quando em marcha ré, retroceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.

Fonte:  http://www.detran.mt.gov.br/noticias/2752/principios-da-direcao-defensiva

Camioneta X Caminhonete X Utilitários.

 Uma particularidade que temos nas ruas e que o código define muito bem e separa cada caso, são os veículos misto, e passo abaixo a explicação para vocês.

ANEXO I - DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES DO CTB, adotam-se as seguintes definições:
  CAMINHONETE - veículo destinado ao transporte de carga com peso bruto total de até três mil e quinhentos quilogramas.
 Pelo que determina o Capitulo IX do CTB, na classificação geral dos veículos, quanto a sua espécie, a caminhonete é considerada um veículo de carga, em compartimentos distintos. 



CAMIONETA - veículo misto destinado ao transporte de passageiros e carga no mesmo compartimento.
Pelo que determina o Capitulo IX do CTB, na classificação geral dos veículos, quanto a sua espécie, a caminhonete é considerada um veículo misto destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro, no mesmo compartimento.


UTILITÁRIO - veículo misto caracterizado pela versatilidade do seu uso, inclusive fora de estrada. 
  • VEÍCULO MISTO - veículo automotor destinado ao transporte simultâneo de carga e passageiro.
Este veículo tem a sua finalidade bem definida tanto no transporte de passageiros, sua capacidade em lugares, bem como para o transporte de carga, pela sua caçamba com esta finalidade para cargas.
  


Normalmente utilizamos este ultimo termo de utilitário para este três tipos de veículos, porém há uma distinção entre cada um deles, então segue aí a dica para todos.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Guia prático para emergências na estrada.



   Seu carro quebrou? O trânsito parou? A neblina está forte? Veja o que fazer para enfrentar situações adversas na rodovia

  Nem sempre o caminho é tranquilo. Pegar a estrada exige constante atenção do motorista e, algumas vezes, situações adversas atrapalham ainda mais a condução nas estradas. O iCarros consultou especialistas em tráfego rodoviário e explica o que fazer quando se deparar com uma emergência na estrada.

Parada repentina:
   Imagine você a 120 km/h numa rodovia quando, sem aviso, o trânsito para. O que fazer, e mais, será que os motoristas atrás de você irão parar? Nessa condição, a prática de ligar o pisca-alerta é correta: “Ela serve para alertar os demais motoristas e para evitar uma colisão traseira”, lembra Eduardo di Gregorio, Gerente de Atendimento ao Usuário da Ecovias, empresa concessionária que opera o sistema Anchieta-Imigrantes. “Mas manter distância segura em relação ao carro da frente também ajuda”, acrescenta Pedro Santos, Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban (concessionária das rodovias Anhanguera e Banteirantes).

Neblina:
   A neblina ocorre quando uma queda brusca na temperatura faz a umidade do ar se condensar e forma-se uma névoa próxima ao solo. Além de incômoda, é perigosa, pois diminui a visibilidade. “A ocorrência de neblina entre maio e julho é maior, principalmente nas regiões serranas”, lembra Santos. Nessa situação, mantenha calma e não tente usar o farol alto para melhorar a visão: “O farol alto vai apenas ser refletido na névoa, o ideal é manter os faróis baixos e usar o farol de neblina, que ilumina para os lados”, acrescenta di Gregorio.

  Outra situação comum com a neblina é a condensação da névoa no para-brisa, mas basta acionar o limpador para removê-la. Alguns modelos possuem a função “mist” (névoa, em inglês) que aciona o equipamento apenas uma vez para limpar a condensação no vidro.

  Se a névoa estiver muito forte, tente não mudar de faixa, diminua a velocidade e aumente a distância em relação ao veículo da frente. Não use o pisca-alerta para que os demais motoristas não pensem que há um veículo parado. “Nem pare no acostamento”, informa o especialista da Ecovias, “já tivemos acidentes fatais por causa disso. Com neblina, o acostamento só dá problema.”

Quebra sobre a via:
Há situações em que o carro quebra, ou tem um pneu furado, e a maioria dos motoristas simplesmente para no meio da estrada. Isso não é correto. “É preciso o máximo possível achar um ponto recuado fora da via e ficar fora do carro, em local seguro”, recomenda Santos. Se o carro não tiver condições de locomover, é preciso sinalizar com o triângulo com antecedência, instrui o especialista da Autoban: “a sinalização tem que permitir aos demais motoristas tempo hábil para desviar do veículo parado sobre a pista.”
  • Para quem tem dúvida sobre como utilizar o triângulo, basta usar como medida passos largos. A referência é a velocidade máxima da via. Se for 100 km/h, por exemplo, a sinalização precisa estar a 100 passos largos de distância do carro parado. Em caso de chuva ou neblina, a relação passa a ser de dois passos largos para cada km/h de velocidade máxima.
Uma vez em local seguro ou após ter sinalizado, ligue para seu seguro ou, se não tiver um, para a concessionária da rodovia ou para a Polícia Rodoviária. Os telefones são mostrados em placas ao longo da via e a ligação é gratuita.

Outros veículos parados sobre a pista:
   Em algumas situações, por boa vontade, motoristas param no acostamento para ajudar outros, que estão com os veículos quebrados. Apesar de a intenção ser das melhores, a atitude não é, como explica Pedro Santos: “Nós queremos sempre minimizar a exposição do usuário ao tráfego da via para diminuir os riscos de acidente”. Quando avistar um veículo precisando de auxílio na estrada, contate a concessionária ou a Polícia Rodoviária. Eles poderão auxiliar quem está parado e sinalizar devidamente a via para realizar o resgate. “Pedimos aos usuários que nos ajudem e nos comuniquem esses veículos precisando de auxílio”, complementa o Coordenador de Tráfego da CCR-Autoban.




Acidentes:
   Se você passar por um acidente na estrada, a pior conduta possível é a de parar e tentar retirar as vítimas dos veículos acidentados. “Se o usuário não tem treinamento médico, não há como saber o que a vítima tem. Tirá-lo do carro pode até piorar sua condição clínica”, orienta di Gregorio. Se o acidente envolver motociclistas, não tente retirar o capacete para não aumentar o trauma. Aqui, vale a mesma dica do tópico anterior. Não pare, mas comunique o ocorrido à administradora da rodovia e ou à Polícia Rodoviária.

Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes



   No conturbado trânsito urbano, pedestres são obrigados a desviar de automóveis que param sobre a faixa, comprovando a falta de respeito de vários motoristas.

   Um dos grandes dilemas de cidades médias e grandes é a postura dos motoristas ao volante. A maioria ainda ignora os princípios básicos de civilidade e tumultua a circulação de veículos pelo egoísmo e desconhecimento das regras básicas. Saiba o que pode ser feito para diminuir a agressivade entre os motoristas e as ruas e avenidas não se transformem em cenário de guerra urbana.
Para garantir um trânsito mais seguro e dinâmico, o Código de Trânsito Brasileiro determina onde cada veículo deve estar e quem tem a preferência. Separamos algumas situações-chave para você conferir se ainda está em dia com as lições da autoescola.


Retorno no canteiro central:
   Essa é das dúvidas repentinas que mais assolam os motoristas. O jeito certo é permanecer à sua esquerda, próximo ao canteiro central. Não esqueça de sinalizar a intenção de retornar, já que a faixa da esquerda é comumente usada para o trânsito rápido.

Rotatória:
   Regrinha básica também: quando não há sinalização, a preferência é de quem já está na rotatória. Saber se posicionar no trânsito pode evitar diversos acidentes, desde os graves até aqueles que trazem dor de cabeça e prejuízo


Na praça:
   Você se aproxima de uma praça que oferece a opção de conversão em diversas ruas e pretende contorná-la. O melhor é se manter à esquerda, para não atrapalhar os outros veículos que pretendem entrar em alguma dessas ruas.

Cruzamento sem sinalização:
   Sabe quando dá a louca nos sinais e eles param de funcionar? Se não chegar ninguém para controlar o trânsito, de quem será a preferência? Bom, daí depende. Em primeiro lugar, a preferência é do carro que transita por uma rodovia. Nos demais casos, a preferência é dos veículos que vierem à direita do condutor.

Veículo em urgência:
   Está no código de trânsito. Quando se percebe a aproximação de veículos em urgência (ambulância, polícia, salvamento etc.), os demais veículos devem deixar a faixa da esquerda livre, deslocando-se para direita e parando, se necessário.


Sinal X Faixa:
   Sinal verde é para o carro passar, correto? E na faixa de pedestre a preferência é dos transeuntes, ok? E quando as duas sinalizações se encontram, o que prevalece? O sinal!

Fila na estrada:
   Essa situação também é clássica. Naquela estrada com pouquíssimos pontos de ultrapassagem, é comum formar uma fila de carros atrás dos veículo mais lentos, como um caminhão carregado. Daí vira aquele festival de absurdos, um carro cortando o outro. Para que todos sejam respeitados, o correto é que os veículos da fila mantenham distância entre si para possibilitar que os motoristas que queiram ultrapassar possam ir intercalando o comboio.

Fechando o cruzamento:
   Engana-se o motorista que tem o direito de fechar um cruzamento só porque o sinal está aberto. É preciso prestar atenção e, caso não caiba mais nenhum carro depois do cruzamento, o melhor é esperar. E nada de invadir a faixa de pedestre.

No sentido certo:
   Para estacionar na rua, quando não houver sinalização orientando, é preciso estar atento ao sentido do fluxo. Se você estacionar seu carro no sentido oposto estará sujeito a multa.

Na perpendicular:
  Também existem normas para as motos estacionarem. A posição correta, também se não houver sinalização orientando, é na perpendicular em relação ao meio-fio.

Não abra a curva:
   Olha essa. O artigo 35 do CTB determina que antes de qualquer deslocamento lateral, que pode ser entendido como a transposição da faixa de trânsito, o motorista deve indicar seu propósito de forma clara e com a devida antecedência. Então, nada de abrir a curva, invadindo a faixa ao lado, a não ser que você esteja dirigindo uma carreta. Mas se for fazer, não deixe de sinalizar.

Fonte: http://www.detran.mt.gov.br/noticias/2525/saber-se-posicionar-no-transito-pode-evitar-diversos-acidentes

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Saiba mais sobre a legislação que protege os ciclistas.



Não é à toa que a lei obriga o motorista passar a 1,5 mts de uma bicicleta (art.201 do Código de Trânsito). Essa distância toda tem seus motivos, embora nem sempre sejam claros para quem ainda não experimentou usar a bicicleta no trânsito.
Este artigo tenta esclarecer ao amigo motorista o motivo para essa distância e responder a algumas dúvidas comuns a quem dirige.

A distância que protege:
Se você analisar com calma as regras estipuladas pelo Código de Trânsito Brasileiro, perceberá que ele visa fundamentalmente proteger a vida de quem utiliza as ruas, sejam eles motoristas, motociclistas, ciclistas, pedestres ou mesmo carroceiros. E é nesse sentido que foi estipulada a regra do metro e meio.
Um leve toque de retrovisor no guidão fará com que ele vire para a direita, desequilibrando o ciclista para a esquerda e fazendo com que ele caia na via em meio aos carros. Se o próprio carro que o tocou não passar por cima de um braço ou perna, o que vier atrás pode passar por cima de sua cabeça. Você, motorista, não vai querer viver com essa culpa, certo?
E nem é preciso esbarrar no ciclista. O susto do carro muito próximo ou muito rápido, ou até seu deslocamento de ar quando em alta velocidade, podem derrubá-lo da mesma forma. Principalmente um ciclista iniciante ou idoso. E é por isso que ao art. 220 do Código de Transito Brasileiro pede que o motorista reduza ao ultrapassar uma bicicleta.
Há vários motivos para ultrapassar a uma distância segura: o ciclista pode ter que desviar de um buraco (porque se não desviar, corre risco de cair na via); pode ter um desequilíbrio momentâneo que altere sua trajetória um pouco para o lado; o deslocamento de ar do veículo pode desequilibrá-lo; o espaço para ultrapassagem pode ser mal calculado e o retrovisor tocar o guidão.

Como cumprir se não há espaço?
Realmente não há espaço para caber a bicicleta, mais um metro e meio, mais um carro numa faixa de rolamento. Mas a resposta é bastante simples: basta mudar de faixa. Se não houver uma segunda faixa, aguardar para fazer uma ultrapassagem segura, que não coloque em risco o ciclista.
Note que o procedimento acima é exatamente o que seria feito com qualquer outro veículo lento, como um ônibus ou caminhão, que estivesse ocupando a faixa toda. Esses veículos ocupam mais espaço que o ciclista, podem trafegar até mais devagar no caso dos caminhões ou parar o tempo todo no caso dos ônibus, mas têm seu direito de circulação respeitado. O ciclista, frágil e exposto, precisa de um respeito ainda maior.
Lembre-se que a bicicleta, apesar de trafegar mais devagar, nao está parada. Ela logo sairá do ponto onde está, permitindo a ultrapassagem. Geralmente isso leva poucos segundos – um atraso irrelevante, para proteger uma vida.

Como saber se estou a 1,5m?
A porta aberta do seu carro provavelmente ocupa cerca de 1m além da lateral de seu carro. Imaginar uma distância equivalente a um pouco mais que essa porta aberta pode servir como referência.
O importante não é manter exatamente 150 centímetros, medido ali na régua, mas guardar uma distância que lhe permita evitar ser tocado pelo ciclista no caso dele desviar sem aviso de algo que lhe colocou em risco, ou se desequilibrar no momento em que você estiver passando ao lado dele.

E se o ciclista estiver bem no cantinho?
Muitos motoristas rejeitam guardar a distância adequada, por terem se acostumado a ultrapassar sem mudar de faixa os ciclistas que trafegam colados ao meio-fio, sobre a sarjeta. Mas são justamente esses que correm mais risco, pois o pavimento nessa área da via é muito irregular e esburacado.
O ciclista colado ao meio-fio corre mais risco de desequilibrar-se ou avançar para dentro da via sem aviso. Nesse caso, um carro ocupando a faixa normalmente o derrubaria na calçada, por estar muito próximo, sem que o motorista tenha alterado em nada sua trajetória. E acredite isso é mais comum do que você imagina.

Por que tem ciclista que fica no meio da rua?
Trafegar junto ao meio-fio estimula ao motorista a utilizar a mesma faixa, deixando de guardar a distância lateral mínima, por ter a sensação de que a pista está livre e pode ser utilizada. Por isso, ciclistas experientes ocupam a faixa, como forma de tentar fazer com que o motorista mude de faixa para ultrapassar e ao mesmo tempo garantir um espaço de fuga para a direita caso se sintam em risco.
Pode parecer antipático para alguns, mas é uma maneira eficiente do ciclista garantir sua segurança. E, se o motorista já teria que avançar para a faixa ao lado para garantir a distância lateral adequada, na prática não causa nenhum impacto adicional na ultrapassagem.

Divulgue e colabore com uma cidade mais humana!
Muitas das pessoas que colocam o ciclista em risco o fazem sem perceber, porque a dinâmica de espaço entre os carros é diferente. Com pessoas, é preciso mais cuidado: além de não ter carroceria para protegê-las, elas nem sempre seguem uma trajetória retilínea e podem se assustar com a proximidade de um veículo maior.
Agora que você já sabe, lembre-se disso quando passar por um ciclista nas ruas. E explique a seus amigos. Uma cidade melhor para todos depende de cada um de nós.

Fonte:  http://www.detran.mt.gov.br/noticias/2661/saiba-mais-sobre-a-legislacao-que-protege-os-ciclistas

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Como as manobras devem ser sinalizadas para evitar acidentes.



É difícil encontrar alguém que não se irrite com esse gesto imprudente no trânsito. O apelo para que a regra seja cumprida já chegou até às redes sociais. Todos, em uma só voz, pedindo: use a seta para indicar manobras no trânsito. Apesar da campanha, é comum encontrar condutores que parecem estar dirigindo sozinhos e que não se preocupam em dizer para os motoristas ao redor o que irão fazer nas pistas.

O instrutor de direção defensiva da Cooperativa Especializada em Trânsito (Coopetrans), Gomes Filho, fala que a falta de uma boa sinalização horizontal pode levar os condutores a não sinalizar corretamente. “Muitas vezes, o motorista só sabe que uma obra está acontecendo quando se depara com um cone que indica isso. Na afobação para trocar de faixa, a seta é esquecida”, diz. “É bom também ter um planejamento do percurso. Ao dar uma carona para alguém, por exemplo, o caminho pode mudar no meio da viagem e a seta ser negligenciada pela pressa”.

O também instrutor da Coopetrans, Reginaldo Honório, aconselha os condutores a usarem a seta mesmo quando não há carros vindo atrás. “Além de ajudar a memorizar a ação, o pedestre saberá para onde o carro vai. Assim, a sinalização nunca será esquecida e quem estiver na calçada também ficará seguro”, garante.

Para não esquecer a seta:
- Planeje seu percurso para não ser surpreendido durante a viagem;
- Procure sair com certa antecedência de casa, principalmente se nunca tiver feito o caminho antes;
- Combine com seu carona o percurso que será feito;
- Utilize a seta mesmo quando estiver sozinho em uma via. O costume de sinalizar fará com que você nunca se esqueça da regra e deixará pedestres cientes do movimento do carro.

Quando utilizar Setas:
- Para mudar de faixa. Ligue a seta para o sentido que deseja ir, olhe o retrovisor para ver se há condição de fazer a manobra e, só então, mude de faixa;
- Na presença de ciclista, carroça ou cone, basta sinalizar com a seta para avisar ao condutor de trás sobre o fato. Mas não é necessário trocar de faixa, basta desviar.

Pisca alerta:
- Se visualizar inesperadamente algum buraco grande ou animais na via;
- Avisar ao condutor de trás que irá parar para deixar pedestres atravessarem em faixas sem semáforo. Se o carro de trás vier em alta velocidade, é aconselhável não parar. É preciso ser solidário, mas a integridade física de todos é prioridade;
- Parar para que passageiros embarquem ou desembarquem no carro;
- Avisar que será solidário e dará a vez para que um motorista que se encontra na via lateral entre no fluxo da via principal. O mesmo deve acontecer se a vez for dada para motorista que estiver saindo de um estacionamento;
- Se estiver procurando vaga de estacionamento. Isso evitará que o carro de trás fique muito próximo e impeça que a manobra de estacionamento seja realizada.

Mãos:
- Se as luzes estiverem queimadas, as mãos devem indicar as manobras que o motorista fará. Mas essa deve ser uma solução paliativa. Antes de sair com o carro, todas as luzes devem ser checadas e, em caso de problema, trocadas.

Código de Trânsito Brasileiro:
- Artigo 43 - O condutor deve indicar, de forma clara, com a antecedência necessária e a sinalização devida, a manobra de redução de velocidade;
- Artigo 196 - Deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação é infração grave, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira;
- Artigo 230 - Conduzir veículos com defeito no sistema de iluminação, de sinalização ou com lâmpadas queimadas é infração média e acarreta multa de R$ 85,13, além de quatro pontos na habilitação.

Fonte: http://www.detran.mt.gov.br/noticias/3207/como-as-manobras-devem-ser-sinalizadas-para-evitar-acidentes

Dirigir de ressaca é tão perigoso quanto dirigir bêbado, aponta estudo.



Que o álcool e a direção não combinam e podem causar graves acidentes já é de conhecimento de todo mundo e isto sempre é lembrado em campanhas educativas e de trânsito. A novidade é que estudos apontam que conduzir um veículo de ressaca pode ser tão perigoso quanto dirigir alcoolizado.

A avaliação de cientistas da Grã-Bretanha e da Holanda é de que os efeitos provocados pela ingestão de bebidas alcoólicas vão além do que se imagina. Até então, acreditava-se que os sintomas sentidos no corpo humano duravam apenas enquanto existia a concentração de álcool no sangue.

No entanto, pesquisas realizadas em simuladores mostraram que as pessoas com ressaca apresentavam variações de velocidade na condução do carro, demora no tempo de reação, erros e desvios. A avaliação ocorreu depois que a concentração de álcool no sangue dos participantes voltou a zero. Mesmo assim, os cientistas observaram que o comportamento era muito parecido com o do momento em que ainda estavam alcoolizados.

Em testes com os mesmos voluntários, só que desta vez sem a ingestão de álcool, os participantes demonstraram bons resultados na condução dos veículos, sem a perda de atenção demonstrada no teste durante a ressaca. Os estudos foram realizados na Universidade West of England e na Universidade de Utrecht, na Holanda.

Sono e cansaço representam 60% dos acidentes no país


No Brasil, motoristas que dirigem com sono são responsáveis por 42% dos acidentes de trânsito, é o que revela o diretor de comunicação do Departamento de Medicina Ocupacional da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), doutor Dirceu Rodrigues Alves Júnior. Além disso, 18% dos acidentes são ocasionados pela fadiga dos motoristas. Juntos, o sono e o cansaço representam 60% dos acidentes causados no país.

Estatísticas mundiais da National Traffic Safety Administration (NHTSA), uma entidade americana de segurança viária revela que 40% dos acidentes nas estradas são causados por motoristas cansados. Só nos EUA, são 100 mil acidentes por ano, com 1.550 mortes.
Segundo Alves, para dirigir, o motorista precisa de três funções importantes: a primeira é a cognitiva, ou seja, a atenção, vigia, concentração, raciocínio e agilidade mental. A segunda função é a função motora, que permite que o condutor tenha respostas imediatas e a última é a função sensório perceptiva que abrange o tato, a visão e a audição. Para que estas funções funcionem de maneira adequada, é necessário que o sono esteja em dia. É possível dizer que dormir o necessário é tão importante quanto dirigir sem beber. “O sono é semelhante à ação do álcool sobre o organismo”, completa o diretor.

Além do sono fisiológico, ou seja, a necessidade biológica do indivíduo de dormir existe também o sono ocasionado pelo cansaço. “No veículo nós temos o ruído, a vibração, e as imagens que passam no campo visual e que funcionam como um pêndulo, fazendo a hipnose do indivíduo. Estes elementos também são indutores do sono, pois fazem lembrar a mãe ao embalar o filho para dormir”, comenta Alves.
A dica para aqueles motoristas que querem cumprir seus prazos diários sem comprometer o sono é, segundo Mello, respeitar a necessidade de quanto você gosta de dormir e como você gosta. No geral, a média de sono da população é de 7h40.

Fonte: http://www.detran.mt.gov.br/noticias/3291/sono-e-cansaco-representam-60-dos-acidentes-no-pais

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Entenda melhor o que faremos com a marcha do carro.

   Olá pessoal, neste post, quero falar um pouco com vocês sobre este equipamento do veículo, que é a marcha, ou câmbio, ou o correto que é "transmissão", pois a marcha desempenha esta importante função de levar o movimento do motor para as rodas. Temos basicamente dois modelos no Brasil, o automático e o manual, e este segundo é o que a legislação exige para os candidatos a obtenção de CNH, e vou explicar um pouco sobre ele.



Funções do câmbio:
  • Transmitir o movimento do motor para as roda a partir do engrenar da marcha desejada.
  • Aumentar ou diminuir a velocidade do carro de acordo com a marcha usada.
  • Levar o carro para frente ou atras.
  • Deixar o carro mais "forte ou mais leve" para uma situação especifica.
  E aqui o item que quero falar um pouco é a relação velocidade e força, que é a função deste equipamento, e para entendermos de forma simples e direta, é saber que você deve usar o câmbio tendo em mente sempre esta relação, e tudo ficará mais fácil, pois esta relação é fundamental para o uso correto do carro, e de acordo com a via que você trafega e com o relevo, ficará mais fácil a utilização das marchas.
  
  A questão da marcha na relação força X velocidade vai funcionar assim, quanto maior a marcha, menos força ela terá e mais velocidade alcançará, porém, e não adianta você querer usar uma marcha de velocidade na ora que o carro quer força que não vai dar certo, o que vai acontecer se você fizer isto é, ou o carro "morre" ou tem uns solavancos.

  Tudo tem que acontecer em sequencia e uniforme, pois um erro nas trocas das marcha, provavelmente terá uma consequência, e o normal no desenvolvimento das marcha é sempre ir de uma a uma, assim, 1ª marcha depois 2ª e depois 3ª e depois 4ª e depois 5ª, já na redução, esta sequência pode ser alternada, não tendo que ser rigorosamente uma a uma, é possível e provável que ocorra  uma redução de 5ª para 3ª, e isto vai depender da velocidade que você estava para a que foi, exemplo: de 100km/h para 50km/h, e neste caso será uma redução de 5ª para 3ª por causa da queda brusca de velocidade, mas não significa que a 4ª não serviria nesta velocidade também, aí entra em cena a potência do motor do carro e a geografia da via.

  E quanto maior for a velocidade, maior deve ser o numero da marcha que devemos usar, por isto que temos que ser gradativos, ganhando velocidade e desenvolvendo as marchas, e perdendo velocidade, devemos reduzir a marcha também, sendo proporcional a marcha e a velocidade.


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Trafegando em aclive.




   Neste post, eu quero falar com vocês sobre subidas, aclive, morro, ladeira ou como queiram chamar, é tudo a mesma coisa mesmo. Esta situação é algo onde muita gente erra e na maioria das vezes o resultado é o carro "morrer", e até ai, nada de mais, pois deixar o carro morrer em uma subida a hora de sair, é algo normal, o problema é quando isto acontece por falta de força no motor para vencer o aclive e o carro morre no meio da rua, aí é complicado porque pode resultar em uma colisão na traseira do seu veículo.

  A maioria das pessoas pensam que  uma subida é sempre em 2ª marcha, e não é bem assim que funciona, não existe uma marcha específica para subidas. A marcha correta é a que o carro "quer", podendo ser a própria 2ª, 3ª, 4ª marcha e assim por diante, o que importa é o carro aguentar subir, e o condutor entender o que o carro quer, e ai sim usará a marcha correta.

  O que devemos entender aqui é a relação de marcha e velocidade para poder usar a marcha certa, e para isto basta seguir uma relação bem simples que é assim:
  • Se o carro esta ganhando velocidade mesmo sendo um aclive, devemos aumentar a marcha, e o oposto também se aplica, se o carro esta perdendo velocidade, devemos também diminuir a marcha.
 A marcha  tem uma relação de força e velocidade, basicamente assim, quanto maior é a marcha, menor é a sua força e maior é a velocidade. Exemplo desta relação:
  • A 1ª Marcha é mais forte que a 2ª, e menos veloz também.
  • A 2ª Marcha é mais veloz que a 1ª, e porém mais fraca.
  • A 2ª Marcha é mais forte que a 3ª, porém é menos veloz.
  • A 3ª marcha é mais forte que a 4ª, porém menos veloz.
  • A 4ª marcha é mais forte que a 5ª, porém menos veloz.
  E um detalhe importante aqui é entender esta relação de força X velocidade durante o trafego em uma subida e entender também o carro falando com você através do som do motor ou a visualização do velocímetro quanto a velocidade do carro que não tem como errar. E para entender esta situação de o carro "pedir a marcha", e um exemplo que uso para isto é a nossa respiração, assim, puxamos o ar pelo nariz, com uma inspiração profunda, e chega a ora que temos que soltar o ar pois não aguentamos mais puxar, e damos aquela liberada no ar para aliviar e começamos tudo de novo, e é assim que funciona o motor pedindo a marcha, você escuta o barulho de sufoco, desespero do motor do carro, esta é a ora de mudar a marcha, e isto é o carro "pedindo marcha" que todos falam.

  E o carro pode pedir a marcha tanto para cima que é tratada como desenvolvimento, bem como para baixo que é a redução, e identificar a redução é assim, você começa a pisar fundo no acelerador e o carro não anda, este é o pedido que o carro da para que você realize a redução da marcha.

  O que tem que cuidar é para não fazer isto tão forte ou por um tempo muito longo para não forçar de mais o motor e não ter um problema mecânico, então treine para ter mais sensibilidade para ouvir o motor do carro, e estará tudo resolvido.